Need help?

Profile

 

luis silveirinha
Pintor
Alverca, Portugal
Luís Silveirinha, Campo Maior, 1968. Realizou o Plano de Estudos Completo do AR.CO - Pintura (2002/2007). Tem desenvolvido a sua atividade artística no âmbito do desenho e dos livros de artista. Em 2017, com curadoria de João Silvério, expõe com Pedro Proença e Ana Vidigal no 10º aniversário do MACE/António Cachola no Fórum Cultural de Almodôvar. Expõe em Apropriação, Desejo e Memória com curadoria de Jaime Silva na Bienal Internacional de Vila Nova de Cerveira, na Sociedade Nacional de Belas Artes em Lisboa e na Galeria Municipal – Banco de Portugal em Leiria. Em 2017 expõe ARQUIVO no Museu do Dinheiro, Lisboa A participação e colaboração em exposições coletivas é regular desde 1990, mais recentemente produz com outros artistas Tudo o Resto, no Pavilhão 31, Hospital Júlio de Matos, Lisboa em 2017. Em 2016, participa na Feira de Arte Just Mad – Madrid e, no mesmo ano, a Fundação Calouste Gulbenkian expõe um dos seus livros de artista na exposição Portugal em Flagrante (Parte I). Em 2016 é selecionado para o 10º Prémio Amadeo de Souza Cardoso em Amarante e expõe Impulsão na Galeria Alecrim 50. Em 2015 é convidado pela Fundação EDP a participar no Projeto Arte Pública e com Produções Cul.pa participa no Bairro das Artes, em Lisboa. A convite do escritor Valter Hugo Mãe, desenha para o livro Contos de Cães e Maus Lobos. No Museu da Eletricidade -Fundação EDP - expõe AREIA, com curadoria de João Pinharanda. Em 2013 expõe O Jardim do Éden: O inventário (parte 1) na Quase Galeria – curadoria Maria de Fátima Lambert - Porto. Expõe ainda no Chile na Feira de Arte – Ch.Aco. Em 2011 expõe desenhos “Danger, Danger!” na Galeria Alecrim 50, com curadoria de Maria De Aires Silveira, e em 2010 – Desenhos na Galeria Reflexus Arte Contemporânea/Nuno Centeno, Porto. O rasto Invisível da pausa é a sua primeira individual na Galeria Alecrim 50, em 2009, com curadoria de João Pinharanda. Está representado na Coleção do Banco de Portugal, Coleção da Fundação EDP, Coleção António Cachola, Fundação Calouste Gulbenkian (Biblioteca) entre outras. O seu trabalho é representado pela Galeria Alecrim 50.
   
  Actividade